Pois saiba que esse é um conceito dos mais interessantes e democráticos na união de autismo e tecnologia. Tecnologia assistiva é, na prática, todo tipo de produto ou sistema que sejam otimizados para pessoas com algum déficit. Assim, esses equipamentos aprimoram o aprendizado, o trabalho e a vida diária dessas pessoas. Por isso, o objetivo é sempre aumentar, manter ou melhoras as capacidades funcionais. As tecnologias assistivas nem sempre têm a ver, por exemplo, com telas e softwares. Às vezes elas se encontram no formato de ajustes de coisas do dia a dia.

Por isso, elas se dividem em ferramentas de baixa, média e alta tecnologia. A empresa Don Johnston, uma gigante dos Estados Unidos em tecnologias de aprendizado, tem desenvolvido suportes para que autistas possam se envolver com a escrita, mesmo que eles não consigam segurar um lápis ou soletrar palavras.

Exemplos de tecnologia assistiva para a escrita incluem: Digitação por voz, papel adaptado, punhos para lápis, previsão de palavras, bancos de palavras e frases ferramentas de mapeamento mental. organizadores gráficos ,apresentação digital multissensorial.

E o Direito? Serve para a preservação, resguardando todos os dados inseridos em software, ou aplicativos que ajudem na tecnologia assistiva.

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